Estamos chegando perto do Natal, uma época que comemos muitos doces em forma de chocolates, bolos, refrigerantes, etc.
Tenho que confessar
pra vocês que eu sou um viciado em açúcar. Sou um chocólatra convicto. Depois
de ler este artigo, que compartilho com vocês, estou convicto de que tenho que
mudar minhas atitudes.
A destruição do corpo físico.
O açúcar é uma das
substâncias mais perigosas que há neste planeta. Referimo-nos à SACAROSE, o
açúcar branco refinado.
a) Definição: o açúcar (do sânscrito “çarkara” – grãos de areia,
prácrito “sakkar”, atr. do árabe “as-sukkar”) é um produto alimentar fabricado
industrialmente, de sabor doce, solúvel em água, extraído principalmente da
cana-de açúcar e da beterraba, também chamado sacarose.
b) Composição química: C12H22O11 é a fórmula da sacarose, que nos
permite chegar à entidade que usa esta substância.
c) Ação: Há muitos séculos que o caráter debilitante e viciante do
açúcar é conhecido. Já no séc. XVI houveram cientistas que fizeram referências
aos efeitos que o açúcar pode ter sobre um exército. Observando os turcos e
mouros em 1573, o alemão Baptnitz Lennart Rowulf escreveu o seguinte:
“(...) cortam pedaços do açúcar, um atrás do outro,
e vão comendo
abertamente pelas ruas, sem vergonha. Tornam-se assim uns glutões e já não são
os guerreiros intrépidos que foram no passado, nem tem a mesma liberdade e
coragem de combater os seus inimigos como em eras passadas”.
Os governantes europeus de há já vários séculos notaram que os seus
embaixadores, uma vez criada uma dependência em relação ao açúcar, se deixavam
mais facilmente subornar em doces.
Nos Estados Unidos, hoje em dia, consomem-se cerca de 50kg de
açúcar por pessoa anualmente (incluindo os alimentos em que o açúcar se
encontra “escondido”). O açúcar foi considerado por uma comissão do Senado
norte-americano em 1973 como um anti-nutriente, pois priva o organismo de
valiosos minerais e vitaminas. Não tem qualquer valor como alimento, mas apenas
fornece calorias “vazias”.
O açúcar perturba o delicado equilíbrio químico do nosso corpo. A
sacarose não é digerida na boca nem no estômago, mas passa diretamente ao
intestino grosso onde se transforma em glicose pré-digerida e daí passa
diretamente à corrente sanguínea.
Esta velocidade extra com que o açúcar entra na corrente sanguínea
é utilizada na publicidade do açúcar como “energia rápida”, ou “instantânea”.
Entretanto, esta súbita entrada de açúcar no sangue abala o equilíbrio que lá
existe, que foi cuidadosamente elaborado pelo organismo através de uma
determinada porcentagem de oxigênio.
A destruição deste equilíbrio faz com que o corpo entre em crise. E
o cérebro é o primeiro a registrar esta crise. A insulina do pâncreas tem uma
função complementar e antagônica aos hormônios das glândulas suprarrenais,
procurando fazer baixar o nível de açúcar no sangue.
O nível de glicose desce abaixo do normal, e temos a segunda crise,
causada pela primeira. As suprarrenais têm de produzir mais hormônios para
compensar a descida excessiva.
Tudo isso se reflete no estado do indivíduo: sentimo-nos cheios de
energia, mas logo segue-se uma depressão em que o açúcar desce a níveis
inferiores ao normal: causando exaustão total.
Até fazer um movimento ou pensar, deixam-nos estafados, até que o nível
de glicose suba outra vez. O pobre cérebro pode ficar sujeito a intensa
desconfiança ou mesmo alucinações, e os nervos ficam em frangalhos.
Se nessa situação voltarmos a ingerir açúcar, criamos uma nova
crise dupla, mesmo antes de terminar a primeira. Não é de se admirar que as
crianças deem sinal de hiperatividade; nem de que não consigam aprender: não há
praticamente comida nenhuma que não tenha uma forma camuflada de açúcar em sua
composição.
Os anunciantes gastam bilhões de dólares no mundo inteiro tentando
convencer as pessoas a consumirem açúcar:
•
Desenvolvem uma
atitude nas crianças de que algo está errado com a comida que não é doce.
Fazem doces difíceis de resistir.
Fazem doces difíceis de resistir.
•
Promovem a crença de
que o açúcar traz amor e felicidade (o açúcar é usado ritualmente em
aniversários, Natal, Páscoa, dia dos namorados) e que é um alimento sadio.
•
Confundem os rótulos
para que as pessoas não percebam a quantidade de açúcar que há nos produtos
(inclusive ditos “alimentos naturais”).
As diversas formas e denominações do açúcar (além da sacarose) são:
•
Glicose: açúcar
encontrado no sangue e em diversas plantas, cristalino, incolor (fórmula
C6H12O6).
•
Dextrose: o açúcar
derivado sinteticamente do milho.
•
Frutose: o açúcar
das frutas. A Destruição dos Quatro Corpos Inferiores.
•
Maltose: o açúcar do
malte.
•
Lactose: o açúcar do
leite.
• Açúcar mascavo:
açúcar refinado (branco) acrescido de 5% a 13% de melado.
•
Melado: calda grossa
de açúcar.
•
Açúcar demerara:
açúcar amarelado.
• E muitas outras,
como: xarope de milho, açúcar turbinado, açúcar de confeiteiro, etc.
d) Efeitos físicos e
psicológicos: o açúcar é uma das causas principais da arteriosclerose, da
hipoglicemia, das doenças do coração, das varizes e dos problemas de estômago,
úlceras, obesidade, etc.
O açúcar, e não a ausência de flúor, produz a cárie dentária.
A principal alteração provocada pelo açúcar é no movimento dos
fluídos no interior dos dentes. Produtos químicos hormonais são levados da
polpa ao esmalte, através de minúsculos canais localizados na dentina. Uma
dieta rica em açúcar pode diminuir em dois terços a velocidade de transporte de
produtos químicos hormonais.
Os dentes com uma atividade interna vagarosa têm uma alta
incidência de cárie. Um hormônio secretado pelo hipotálamo estimula a secreção
por parte da glândula salivar, ou parótida, de um segundo hormônio. Este
segundo hormônio aumenta a velocidade do fluxo de fluído do dente.
Uma dieta rica em açúcar perturba o equilíbrio hormonal e reduz o
fluxo no sistema interno. Isso enfraquece o dente e torna-o mais suscetível à
cárie. Dentes saudáveis são normalmente invulneráveis aos micróbios que estão
sempre presentes na boca.
A incidência de diabetes aumenta proporcionalmente ao consumo per
capita de açúcar, diz o Dr. Sir Frederick Banting, que em 1929 descobriu a
insulina.
O açúcar é o responsável pela hiperglicemia, a perturbação do nível
de açúcar no sangue. H. E. Dubben diz-nos que entre 1966 e 1969 aproximadamente
50% de 134 mil pessoas entrevistadas sofriam de hiperglicemia. A hiperglicemia
pode, além disso, ser passada de pais para filhos. Portanto, quanto mais açúcar
e álcool são consumidos, mais crianças nascerão com hiperglicemia.
A hiperglicemia é um inconveniente muito grande para quem está num
caminho espiritual, porque os indivíduos não conseguem reter a Luz no seu corpo
físico quando o nível do açúcar baixa substancialmente.
Quando se dá essa queda no nível de açúcar, o indivíduo fica
incapaz de fazer frente aos desejos e à oposição que sempre encontra no Caminho.
Ele pura e simplesmente não tem a resistência físico e mental
necessária para se auto proteger de vibrações negativas.
A hiperglicemia pode estar na origem de todo o gênero de
perturbações psicológicas e emocionais.
As principais causas da hiperglicemia incluem:
•
Dietas com altas
doses de açúcar e farinhas refinadas.
• Café e bebidas
contendo cafeína, que sobre estimulam as glândulas suprarrenais.
•
Álcool, que inibe a
habilidade do fígado de liberar glicose no sangue.
•
Nicotina, que causa
uma rápida elevação e queda dos níveis de açúcar no sangue.
•
Alergia de
alimentos.
•
Deficiências em
cromo, zinco, complexo de vitamina B e vitamina C, ácido pantatênico e vitamina
E.
Os possíveis
sintomas relacionados com hiperglicemia são (em ordem de preponderância): exaustão,
depressão, insônia, ansiedade, irritabilidade, dor de cabeça, vertigem, suores,
tremores, palpitações, dores musculares e nas costas, anorexia, perda de
apetite, fobias (medos injustificados), dificuldade de concentração, paralisia,
ingestão crônica, confusão mental, mãos e pés frios, visão embaçada, contração
muscular ou câimbras, dores nas juntas, comportamento antissocial, impaciência,
obesidade, vacilações, espasmos abdominais, desmaios, convulsões e tendências
suicidas.
Sintomas adicionais incluem: esquecimentos, nervosismo, hesitações,
mau humor, alergias, sensação de “estar ficando louco”, zumbido nos ouvidos,
letargia, sonolência e falta de força de vontade.
Alguns casos de hiperglicemia são diagnosticados equivocadamente
domo: retardamento mental, alcoolismo, neurose, diabetes, menopausa, doença de
Parkinson, artrite reumática, asma, alergia, arteriosclerose cerebral, síndrome
de Mémière, neurodermatite (erupção nervosa da pele), urticária, tumor
cerebral, senilidade, esgotamento mental, enxaqueca, epilepsia e esquizofrenia.
Está com frequência na origem da dissolução da família, de
desastres financeiros, da motivação na vida.
Isto porque interfere com as glândulas endócrinas: o cérebro deixa
de conseguir distinguir o real do ilusório, pois deixa de receber o oxigênio
que devia. O número sempre crescente de neuróticos confirma este fato.
Há uma relação entre o consumo de açúcar e as doenças mentais. O
aumento assustador de doenças mentais no séc. XVII correspondeu a um grande
aumento no consumo de açúcar.
Psiquiatras como o Dr. Linus Pauling são de opinião que as doenças
mentais são um mito. As perturbações emocionais são simplesmente o primeiro
sinal de que o organismo não está conseguindo fazer frente ao “stress” orgânico
ocasionado pelo vício do açúcar.
As pessoas com doenças mentais têm um desequilíbrio bioquímico que
começa na infância, com o uso de açúcar nos alimentos de bebê. As doenças
mentais podem hoje ser curadas se o corpo for reequilibrado e se forem
corrigidos os efeitos deste ataque em quatro frentes.
Quem sofre de doenças mentais não está em condições de ser um
discípulo espiritual dos Mestres Ascensos porque não pode receber a disciplina
nem as suas iniciações, nem conseguem conter o incremento de Luz que elas
comportam.
Têm que ficar à margem da senda iniciática até que esse
desequilíbrio esteja curado. Infelizmente os nossos psiquiatras não costumam
ver nem tratar a questão das doenças mentais como reflexo de problemas físicos
(reduzem tudo à esfera psicológica).
Assim, receitam tranquilizantes, sedativos e mil e uma injeções que
agravam ainda mais a intoxicação pelas drogas. É um círculo vicioso, que leva à
destruição da alma através da destruição do templo.
Estudos sobre a alimentação de pessoas com esquizofrenia revelam
normalmente que o paciente consome ou consumiu grandes quantidades de doces,
chocolates, líquidos com cafeína (tipo Coca-Cola) e alimentos contendo açúcar.
e) Efeitos espirituais: o açúcar cria vulnerabilidade e
dependência. A sequência lógica é que o mesmo indivíduo cairá mais tarde como
um patinho no álcool, no tabaco e nas drogas. O açúcar cria o desequilíbrio
químico no organismo, que está na origem das dependências.
Durante os períodos de hiperatividade que se seguem à ingestão de
glicose (açúcar) os chakras tornam-se convexos, liberando a sua Luz, até que
esta se esgota. Tornam-se então côncavos, produzindo uma sensação de
esgotamento e depressão que, por sua vez, faz com que o indivíduo deseje
intensamente comer mais doces.
Este desejo repetido cria rapidamente dependência e vício.
Como rouba Luz dos chakras, a reação é consumir sempre mais e mais
açúcar, na esperança (falsa) de recuperar aquilo que foi perdido. E isto produz
o quê? Sensualidade.
O açúcar provoca os seguintes efeitos sobre os portadores de Luz:
•
Enfraquecimento da
habilidade do corpo espiritual de conter Luz.
•
Manifestação da
serpente da consciência da droga através do álcool, nicotina e açúcar.
•
Abuso em todo o
planeta da Chama da Mãe, representada pelo dragão feminino.
•
Enfraquecimento do
envelope áurico pela saturação com açúcares que não nos permitem concentrar
nossas energias sagradas.
•
“Pequenas
indulgências” pelas quais perdemos a fortaleza e a coragem de “intrépidos
guerreiros”.
•
Padrões de hábito
que confinam a alma.
As células do corpo ficam saturadas de entidades do açúcar, que
substituem a Luz. Enfraquecidas, as células tornam-se incapazes de conter Luz e
de manter o seu nível de energia. Esta substituição da Luz pela entidade da
sacarose destrói tão profundamente a capacidade inata da criança distinguir
aquilo que é ou não é nutritivo que até o discernimento espiritual da alma é
afetado.
Devido ao ataque físico a que ficam sujeitas as funções mentais e o
sistema nervoso da criança, a sua capacidade de autodisciplina e poder de vontade
diminuem, gerando passividade e destruindo a capacidade criativa e o desejo de
progresso espiritual e material. Cria o hábito de estímulo sensorial
permanente.
Elizabeth
Clare Prophet.
Este
trabalho foi compilado por Carlos Mauricio Prado, da palestra "The Attack
on Youth" no congresso "Soul Liberation" de outubro 1977,
realizado pela mensageira Elizabeth Clare Prophet da escola
The Summit Lighthouse.

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