Eu gostei muito de um texto de Neale Donald Walsh do livro Conversando com Deus, que descrevo alguns trechos abaixo.
Relacionamentos são a melhor forma de iluminação, pois nos levam a desafios, nos forçam a criar, expressar e experimentar aspectos cada vez mais sublimes, visões cada vez mais amplas e versões cada vez mais maravilhosas de si mesmos. Por isso, todas as experiências são boas. Mesmo as que são ruins, são boas. Nos ajudam a encontrar quem realmente somos e a partir nos ajudam no caminho da iluminação.
Ao invés de formar um relacionamento pensando no que pode ganhar com ele, pense no que pode colocar nele. Mesmo que você
mesmo tenha se tornado uma pessoa melhor, a responsabilidade por isso é totalmente sua. Não coloque a responsabilidade em cima da outra pessoa, pois ela estará numa terrível pressão para ser tudo o que provavelmente não é. Vai tentar te agradar, fazer as coisas por você, até não aguentar mais. É daí que as coisas começam a ruir, surge o desapontamento, falta de correspondência das expectativas. O outro não consegue mais representar o papel que lhe foi atribuído. Daí vem o ressentimento e a raiva.
Daí a outra pessoa começa a agir como ela sempre foi, a tentar reaver seu verdadeiro Eu. Nesse momento você diz a ela que ela "mudou". Na verdade, ela estava desempenhando um papel por causa das pressões que você colocou sobre ela.
Nunca espere entrar num relacionamento para se sentir completo. Primeiro sinta-se completo, depois entre num relacionamento.
Relacionamento é partilha. Você não pode partilhar, se não tem nada a oferecer.
Se seus sonhos, esperanças, realizações estiverem baseadas no seu verdadeiro Eu, você nunca vai se decepcionar. Por isso, mesmo num relacionamento, temos que viver nosso amor próprio, nosso verdadeiro Eu. Preocupe-se com o que você mesmo está fazendo, onde você mesmo está indo, o que está tendo, desejando, pedindo, dando, procurando, criando, experimentando.
Seja egocêntrico! Aprenda a honrar a amar a si mesmo. Você deve (re)conhecer a dignidade e a santidade antes de buscar isso nos outros.
Não ame a si mesmo pelo amor de outra pessoa. Ame a si mesmo pelo seu amor.
Duas pessoas se unem em uma parceria esperando que o todo seja mais do que a soma das partes, apenas para descobrir que é menos. Elas se sentem menos do que eram quando eram solteiras. Menos capazes, menos excitantes, menos atraentes, menos alegres, menos satisfeitas. Isso porque as pessoas deixam de ser o que são, para estar no relacionamento.
E como ficam as mágoas, os erros dos outros, suas atitudes que não concordamos?
A primeira atitude é admitir honestamente para si próprio e também para a outra pessoa como está se sentindo. Muitos de nós temos medo de fazer isso pois pode parecer que somos maus. Mas precisamos respeitar nossos sentimentos, pois somente assim nos estaremos respeitando a nós mesmos.
A segunda atitude é perguntar com toda a sinceridade:
O que o Amor faria agora?
A resposta sempre vai ser: o amor faria o que é melhor para você! Qual o maior bem que pode fazer a si mesmo? Assim, o maior bem que pode fazer a si mesmo torna-se também o maior bem que pode fazer para a outra pessoa!
O que você faz por si mesmo, faz pela outra pessoa. O que você faz por ela, faz por si mesmo. Se vocês são um só, não há nada além de você.
Tratar as pessoas com amor, não significa necessariamente deixar que elas façam o que querem.
Se alguém o está maltratando ou magoando, permitir que isso continue não é a melhor opção para você nem para a outra pessoa. Afirme com sinceridade como se sente em relação à essa atitude, de maneira gentil, mas firme.
O que o Amor faria agora?
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