Diz Buda que a dor ou o sofrimento nasce do desejo ou ânsia de possuir e que para nos
libertarmos da dor devemos quebrar as cadeias do desejo.
Todas as ânsias de possuir são manifestações da mente que procura a
salvação ou a satisfação em coisas exteriores e no futuro como substitutos para a alegria do Ser. Enquanto eu for a minha mente, eu sou essas ânsias, essas necessidades, esse querer, esses apegos e essas aversões, e separado deles não há "eu" excepto como mera possibilidade, como um potencial não satisfeito, como uma semente ainda por germinar. Nesse estado, até o meu desejo de ser livre ou iluminado não passa de mais uma ânsia a ser realizada ou completada no futuro. Portanto, não procure ver-se livre do desejo nem procure "alcançar" a iluminação. Torne-se presente. Esteja presente como observador da mente.
Em vez de citar Buda, seja Buda, seja "o desperto", que é o que a palavra buda significa.
Todas as ânsias de possuir são manifestações da mente que procura a
salvação ou a satisfação em coisas exteriores e no futuro como substitutos para a alegria do Ser. Enquanto eu for a minha mente, eu sou essas ânsias, essas necessidades, esse querer, esses apegos e essas aversões, e separado deles não há "eu" excepto como mera possibilidade, como um potencial não satisfeito, como uma semente ainda por germinar. Nesse estado, até o meu desejo de ser livre ou iluminado não passa de mais uma ânsia a ser realizada ou completada no futuro. Portanto, não procure ver-se livre do desejo nem procure "alcançar" a iluminação. Torne-se presente. Esteja presente como observador da mente.
Em vez de citar Buda, seja Buda, seja "o desperto", que é o que a palavra buda significa.

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